Encontrar a franquia certa pode ser uma tarefa difícil, mas pode se transformar numa tarefa fácil, se você se organizar e realizar a busca de forma sistemática. A primeira coisa a fazer, é comparar as habilidades e as exigências para o manejo da franquia, com aquilo em que você é bom e gosta de fazer. A sequência natural será criar uma pequena lista com os nomes das franquias que representam, no setor escolhido, as melhores oportunidades do mercado.
Pode acontecer, no entanto, que o negócio que mais o fascinou, esteja num setor onde você não tenha experiência anterior. Nesse caso, será necessária uma grande disposição para aprender. É preciso, ainda, antes de escolher o setor de atuação, definir que tipo de franqueado você deseja ser. Quer operar uma única unidade de franquia, ou uma pequena área, ou, ainda, uma região?
É hora de checar seus talentos, habilidades e experiência anterior. Do que você gosta? O que você se sente bem fazendo? É bom na gestão de pessoas? Gosta de lidar com público? Prefere máquinas às pessoas? Gosta de vender? Prefere a venda interna ou a venda externa? Prefere trabalhos manuais, ou consertar coisas? A resposta a essas perguntas lhe dará as melhores pistas do tipo de franquia mais adequada para você.
Os melhores franqueadores já estabeleceram o perfil de franqueados que buscam. Para equilibrar a negociação, tenha em mente exatamente qual é o tipo de negócio que lhe interessa. Ambos ganharão tempo e evitarão desgastes desnecessários.
Algumas franquias empregam muitos funcionários. Outras, são focadas em máquinas e equipamentos. Outras, exigem controles rigorosos e permanentes. Outras, ainda, administração acurada. Então, qual é a sua praia?
Não se esqueça de considerar quanto tempo você está disposto a dedicar ao negócio. E, muito importante, certifique-se de ter o apoio de sua família. Ela concorda em dividi-lo com o novo empreendimento?
Chegou até aqui e considerou todas as dicas? Vá em frente, mas fique esperto.
Por Paulo R. Fernandes
Blog do Franchising, Formatação de Franquias, Manualização de Franquias, Negócios.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
FRANQUIA AMERICANA RESGATA AÇOUGUE DE BAIRRO
Carol Coultas nos relata que em South Berwick, Maine, New Southem Hampshire, EUA, dois amigos, Justin Rosberg e Jason Parent estão servindo receitas saudáveis ao lado de suas especialidades de costela e assados na sua franquia de açougue, "A Casa de Carnes".
Há seis anos, Rosberg e Parent reavivaram o conceito de açougue de bairro. Hoje, "A Casa de Carnes" opera em 14 localidades, sendo 10 lojas próprias e 3 franquias, com um faturamento de US $15 milhões. A lista de espera indica que a franquia vai duplicar de tamanho, anualmente, nos próximos 5 anos. Mais de 20 lojas franqueadas serão abertas nos próximos 18 meses.
A tendência dos últimos 20 anos havia sido de extinção dos açougues de bairro, engolidos pelos supermercados. Vimos um nicho enorme para trazê-los de volta ao mapa, diz Rosberg.
A operação foi ganhando atenção e elogios de publicações como a New York Magazine. Há poucas semanas a dupla foi destaque em um telejornal de Boston, onde mostraram dicas e demonstrações de grelhados para festas.
O sucesso, dizem eles, encontra-se em oferecer produtos de alta qualidade a preços competitivos, com atendimento primeira linha. Seus produtos de carne bovina são de animais submetidos a uma dieta de milho, livre de hormônios e antibióticos. Outras carnes e mariscos são mantidos em padrões semelhantes. Parent e Rosberg preferem comprar de produtores locais sempre que possível. Suas lojas apresentam uma grande seleção de vinhos, queijos e carnes marinadas. Há, também, contrato com padarias locais para fornecimento de massas e pastelaria.
Eles também vendem através do seu site e oferecem receitas caseiras, adaptadas à quantidade de tempo que o cozinheiro está disposto a gastar.
Rosberg diz que cada gerente de loja tem autoridade para adequar as ofertas para a comunidade que ele ou ela serve. Essa ligação com a comunidade é um dos princípios fundadores do seu funcionamento, além de campanhas de caridade, pondo em destaque seu modelo de negócio. A empresa oferece Cookouts por uma causa, e outros alimentos famosos para beneficiar entidades sem fins lucrativos, todos os meses, de abril a outubro. A Operação Thank You levanta dinheiro para capelães militares e para famílias de veteranos em necessidade. "É uma combinação de crescimento dos negócios e serviços à comunidade", diz Rosberg. "Um atende o outro".
A empresa geralmente procura, para novas lojas, uma região onde a renda familiar seja superior a 100.000 dólares, com taxas de crescimento anual previsto de 2% a 4% , mas Parent e Rosberg permitem alguma margem de manobra do ideal, observando que algumas lojas têm alcançado sucesso em comunidades menos abastadas .
Mesmo com a crise americana, a rede não encontrou dificuldades para crescer. Já vimos que é um bom negócio para os gringos, mas e para nós brasileiros, será também um bom negócio?
Empresários, alguém se habilita?
Por Paulo R. Fernandes
Há seis anos, Rosberg e Parent reavivaram o conceito de açougue de bairro. Hoje, "A Casa de Carnes" opera em 14 localidades, sendo 10 lojas próprias e 3 franquias, com um faturamento de US $15 milhões. A lista de espera indica que a franquia vai duplicar de tamanho, anualmente, nos próximos 5 anos. Mais de 20 lojas franqueadas serão abertas nos próximos 18 meses.
A tendência dos últimos 20 anos havia sido de extinção dos açougues de bairro, engolidos pelos supermercados. Vimos um nicho enorme para trazê-los de volta ao mapa, diz Rosberg.
A operação foi ganhando atenção e elogios de publicações como a New York Magazine. Há poucas semanas a dupla foi destaque em um telejornal de Boston, onde mostraram dicas e demonstrações de grelhados para festas.
O sucesso, dizem eles, encontra-se em oferecer produtos de alta qualidade a preços competitivos, com atendimento primeira linha. Seus produtos de carne bovina são de animais submetidos a uma dieta de milho, livre de hormônios e antibióticos. Outras carnes e mariscos são mantidos em padrões semelhantes. Parent e Rosberg preferem comprar de produtores locais sempre que possível. Suas lojas apresentam uma grande seleção de vinhos, queijos e carnes marinadas. Há, também, contrato com padarias locais para fornecimento de massas e pastelaria.
Eles também vendem através do seu site e oferecem receitas caseiras, adaptadas à quantidade de tempo que o cozinheiro está disposto a gastar.
Rosberg diz que cada gerente de loja tem autoridade para adequar as ofertas para a comunidade que ele ou ela serve. Essa ligação com a comunidade é um dos princípios fundadores do seu funcionamento, além de campanhas de caridade, pondo em destaque seu modelo de negócio. A empresa oferece Cookouts por uma causa, e outros alimentos famosos para beneficiar entidades sem fins lucrativos, todos os meses, de abril a outubro. A Operação Thank You levanta dinheiro para capelães militares e para famílias de veteranos em necessidade. "É uma combinação de crescimento dos negócios e serviços à comunidade", diz Rosberg. "Um atende o outro".
A empresa geralmente procura, para novas lojas, uma região onde a renda familiar seja superior a 100.000 dólares, com taxas de crescimento anual previsto de 2% a 4% , mas Parent e Rosberg permitem alguma margem de manobra do ideal, observando que algumas lojas têm alcançado sucesso em comunidades menos abastadas .
Mesmo com a crise americana, a rede não encontrou dificuldades para crescer. Já vimos que é um bom negócio para os gringos, mas e para nós brasileiros, será também um bom negócio?
Empresários, alguém se habilita?
Por Paulo R. Fernandes
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
COMFORT KEEPERS – QUEM SE HABILITA A TRAZER O MODELO PARA O BRASIL?
COMFORT KEEPERS FRANCHISE BUSINESS OPPORTUNITY Sobre o Comfort Keepers ® Comfort Keepers presta cuidados em casa para idosos e adultos que requerem cuidados adicionais para continuar a viver em sua casa. Incluem serviços de preparação de refeições, transporte e companheirismo.
Comfort Keepers oferece oportunidade de negócio gratificante, financeira e emocionalmente.
Comfort Keepers Termos Franchise (valores em dólares americanos)
Taxa de Franquia: $ 32.500
Dinheiro Investimento: $ 32.500
Investimento Direto: $ 59.000 - $ 89.000
Capital Mínimo de Investimento: $ 200.000
Descontos: FranVet, mulheres, minorias VetFran participantes no programa: Sim
Royalties: 5% para 3% (decrescente na medida em que o negócio cresce) Publicidade: Sem taxa de anúncio nacional
Média Nº de Empregados: Inicialmente - 2 em tempo integral, mais parciais cuidadores tempo de permanência, conforme necessário
Propriedade Passiva permitida: Sim, se estiverem reunidas certas qualificações
Por Paulo R. Fernandes
Comfort Keepers oferece oportunidade de negócio gratificante, financeira e emocionalmente.
Comfort Keepers Termos Franchise (valores em dólares americanos)
Taxa de Franquia: $ 32.500
Dinheiro Investimento: $ 32.500
Investimento Direto: $ 59.000 - $ 89.000
Capital Mínimo de Investimento: $ 200.000
Descontos: FranVet, mulheres, minorias VetFran participantes no programa: Sim
Royalties: 5% para 3% (decrescente na medida em que o negócio cresce) Publicidade: Sem taxa de anúncio nacional
Média Nº de Empregados: Inicialmente - 2 em tempo integral, mais parciais cuidadores tempo de permanência, conforme necessário
Propriedade Passiva permitida: Sim, se estiverem reunidas certas qualificações
Por Paulo R. Fernandes
terça-feira, 6 de outubro de 2009
AUMENTE SUAS VENDAS - OUÇA!
Por que será que os vendedores tendem a não ouvir bem?
Quem já não se deparou com um vendedor que não ouve? Pior, se você interromper o seu script, ele se perde. Perde o fio-da-meada. É o vendedor papagaio, nem isso, porque o papagaio ouve para aprender. E isso não acontece só com vendedores, mais acima na hierarquia, encontramos numerosos espécimes, mas isso é assunto para outro blog.
Uma boa desculpa é o fato de que as pessoas pensam mais rápido do que falam e, mais ainda, do que ouvem. Então, quando o cliente se atreve a falar, eles ficam muito ansiosos e interrompem.
Usam suas próprias imaginações e estimativas para elaborar seu discurso de vendas, em vez de testá-las confrontando-as, com necessidades ou vontades genuínas dos clientes. Entendo isso, os clientes são impertinentes, querem falar também, além disso não tem idéia do que querem.
Um vendedor pode aprender a ouvir melhor? Eis aí uma grande pergunta. Quem se habilita? Eu diria que é quase impossível, mas é quase e quase nunca é, não é impossível – para alguns.
Uma pesquisa da Universidade de Minnesota, concluiu que por mais eloqüente que seja o emissor (aquele que fala) e por mais interessado que esteja o interlocutor (o que ouve), este último não consegue recordar de mais de 50% do que ouviu.
Não espalhe vento, seja preciso, ouça a parte mais interessada e ela vai-lhe revelar seus anseios, suas necessidades, tudo o que seu produto/serviço faz por ele e ele ainda não sabe.
A questão é quanto ouvir e quanto falar? Alguns mais entusiasmados diriam: Me proponho a ouvir, pelo menos, 50% do tempo. Ótimo, mas não é suficiente. Um economista, sempre eles, italiano chamado Vilfredro Pareto criou uma Lei que ficou conhecida como Princípio de Pareto, popularmente conhecida por 80/20.
As pessoas odeiam que vendam para elas, mas adoram comprar. Portanto, deixem-nas comprar. Ouçam 80% do tempo e falem apenas 20%, Pareto vai agradecer, suas vendas, também.
Por Paulo R. Fernandes
Quem já não se deparou com um vendedor que não ouve? Pior, se você interromper o seu script, ele se perde. Perde o fio-da-meada. É o vendedor papagaio, nem isso, porque o papagaio ouve para aprender. E isso não acontece só com vendedores, mais acima na hierarquia, encontramos numerosos espécimes, mas isso é assunto para outro blog.
Uma boa desculpa é o fato de que as pessoas pensam mais rápido do que falam e, mais ainda, do que ouvem. Então, quando o cliente se atreve a falar, eles ficam muito ansiosos e interrompem.
Usam suas próprias imaginações e estimativas para elaborar seu discurso de vendas, em vez de testá-las confrontando-as, com necessidades ou vontades genuínas dos clientes. Entendo isso, os clientes são impertinentes, querem falar também, além disso não tem idéia do que querem.
Um vendedor pode aprender a ouvir melhor? Eis aí uma grande pergunta. Quem se habilita? Eu diria que é quase impossível, mas é quase e quase nunca é, não é impossível – para alguns.
Uma pesquisa da Universidade de Minnesota, concluiu que por mais eloqüente que seja o emissor (aquele que fala) e por mais interessado que esteja o interlocutor (o que ouve), este último não consegue recordar de mais de 50% do que ouviu.
Não espalhe vento, seja preciso, ouça a parte mais interessada e ela vai-lhe revelar seus anseios, suas necessidades, tudo o que seu produto/serviço faz por ele e ele ainda não sabe.
A questão é quanto ouvir e quanto falar? Alguns mais entusiasmados diriam: Me proponho a ouvir, pelo menos, 50% do tempo. Ótimo, mas não é suficiente. Um economista, sempre eles, italiano chamado Vilfredro Pareto criou uma Lei que ficou conhecida como Princípio de Pareto, popularmente conhecida por 80/20.
As pessoas odeiam que vendam para elas, mas adoram comprar. Portanto, deixem-nas comprar. Ouçam 80% do tempo e falem apenas 20%, Pareto vai agradecer, suas vendas, também.
Por Paulo R. Fernandes
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
ALGUMAS RAZÕES POR QUE A FRANQUIA É MELHOR DO QUE COMEÇAR SOZINHO
Hoje em dia, em razão das mudanças das relações de emprego e da grande instabilidade dos postos de trabalho, muitas pessoas estão considerando a possibilidade de abrir seu próprio negócio. Ser o próprio patrão, eis uma idéia que encanta a muitos, em especial aqueles que foram despedidos, viram um amigo ser despedido ou, ainda, aqueles que estão se aposentando. Eles tem a opção de começar um negócio próprio isolado ou adquirir uma franquia de uma marca já estabelecida.
É preciso considerar as vantagens e desvantagens de ambas as opções. Algumas das vantagens oferecidas pelo sistema de franchising.
Por Paulo R. Fernandes
É preciso considerar as vantagens e desvantagens de ambas as opções. Algumas das vantagens oferecidas pelo sistema de franchising.
- Modelo de Negócio: Usar um modelo de negócios já testado e comprovado pelo mercado, como é o caso do franchising. Aprender com os próprios erros pode servir de experiência, mas o preço disso pode ser muito caro. Pode comprometer seus resultados ou, em alguns casos, não poucos, inviabilizar o seu negócio.
- Financiamento: Geralmente é mais fácil conseguir um financiamento, para seu negócio, fazendo parte de uma rede de franchising do que para um negócio independente. Além do que, no primeiro caso, as taxas de juros costumam ser mais vantajosas.
- Marketing, Publicidade e Propaganda: O Fundo de Marketing Cooperado das franquias lhe permite ações mais qualificadas e mais acessíveis do que você poderia obter sozinho.
- Orientação: O Franqueador pode ser o seu Consultor de Negócios e mesmo um Mentor para todos os assuntos da franquia que você ainda não domina.
- Marca: Trabalhar com uma marca conhecida e estabelcida lhe trás a vantagem de dar aos seus clientes uma sensação de segurança que, bem trabalhada, poderá das ótimos resultados.
- Experiência Compartilhada: Fazer parte de uma rede, envolver-se com outros franqueados, proporciona uma troca de experiências valiosíssima. A ajuda mútua ameniza ou contorna as dificuldades e os erros comuns do negócio.
- Melhor Preço de Compra: O franqueador compra em grandes quantidades e isso lhe garante preços menores, e em alguns casos exclusividade de produtos que lhe darão diferenciais competitivos.
- Logística: Toda a logística já foi pensada, planejada e posta em prática pelo franqueador. É um item importantíssimo de cada negócio que você já encontra pronto. É so seguir.
Por Paulo R. Fernandes
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
SEU MELHOR ATIVO
A coisa mais importante do seu negócio não é a máquina recém adquirida que vai dobrar sua produção, nem seus estoques, suas instalações, seu ponto de venda magnificamente localizado. Não é encontrar um jeito de contornar, de maneira legal, os impostos que sufocam seu empreendimento. Não é o bom treinamento de seus funcionários. Tampouco é seu infalível tino comercial.
O ativo mais importante do seu patrimônio é seu cliente.
Sua maior preocupação deve ser o que você está fazendo, hoje, para conquistar novos clientes e manter seus atuais, fidelizando-os para que comprem novamente e falem bem do seu negócio para os amigos deles. Sem, isso, não importa quão espetaculosa possa ser sua nova máquina. Ela sozinha, se não acompanhada por uma genuína atenção aos novos e antigos clientes, irá se revelar uma voraz consumidora de recursos e suprimentos.
Empresários, em geral, tem um problema para avaliar seu negócio. Pensam estar oferecendo um serviço diferenciado e valioso aos seus clientes. A maioria dos clientes, no entanto, os considera todos iguais.
O consumidor, na maioria dos casos, quer ver o problema dele resolvido. O esforço que você fez e quanto custou, não o comove.
Como empresários temos a ilusão de saber por que nossos clientes compram de nós. Nossa localização, qualidade de nossos produtos, preço competitivo, atendimento sem igual.
O excesso de mensagens, ofertas mirabolantes, bombardeiam os clientes de tal forma a gerar uma perigosa indiferença com nossas ofertas.
Em vez de imaginar o que os clientes pensam, é mais fácil e mais barato perguntar a eles por que compram de nós. Esta simples pergunta: 'Por que você compra de mim? "Nos revelará, no próprio linguajar deles e não no de especialistas tentando traduzir os interesses dos clientes. Descobriremos respostas do que nos diferencia dos nossos concorrentes, algumas dessas respostas serão lugar-comum, como, eu gosto de vir aqui, é perto de casa, o senhor é muito simpático, até que comecemos a ouvir um padrão de respostas que nos permitirá investir em nossa singularidade.
Como já foi dito, "tudo é pessoal". "Todo negócio é pessoal". Nosso sucesso, como empresários, pressupõe nos envolvermos, pessoalmente, para beneficiar aqueles que fazem negócio conosco, transformá-los em bons clientes, clientes que nos referenciem e nos ajudem a multiplicar nosso negócio. Eis aí, nosso grande desafio.
Por Paulo R. Fernandes
O ativo mais importante do seu patrimônio é seu cliente.
Sua maior preocupação deve ser o que você está fazendo, hoje, para conquistar novos clientes e manter seus atuais, fidelizando-os para que comprem novamente e falem bem do seu negócio para os amigos deles. Sem, isso, não importa quão espetaculosa possa ser sua nova máquina. Ela sozinha, se não acompanhada por uma genuína atenção aos novos e antigos clientes, irá se revelar uma voraz consumidora de recursos e suprimentos.
Empresários, em geral, tem um problema para avaliar seu negócio. Pensam estar oferecendo um serviço diferenciado e valioso aos seus clientes. A maioria dos clientes, no entanto, os considera todos iguais.
O consumidor, na maioria dos casos, quer ver o problema dele resolvido. O esforço que você fez e quanto custou, não o comove.
Como empresários temos a ilusão de saber por que nossos clientes compram de nós. Nossa localização, qualidade de nossos produtos, preço competitivo, atendimento sem igual.
O excesso de mensagens, ofertas mirabolantes, bombardeiam os clientes de tal forma a gerar uma perigosa indiferença com nossas ofertas.
Em vez de imaginar o que os clientes pensam, é mais fácil e mais barato perguntar a eles por que compram de nós. Esta simples pergunta: 'Por que você compra de mim? "Nos revelará, no próprio linguajar deles e não no de especialistas tentando traduzir os interesses dos clientes. Descobriremos respostas do que nos diferencia dos nossos concorrentes, algumas dessas respostas serão lugar-comum, como, eu gosto de vir aqui, é perto de casa, o senhor é muito simpático, até que comecemos a ouvir um padrão de respostas que nos permitirá investir em nossa singularidade.
Como já foi dito, "tudo é pessoal". "Todo negócio é pessoal". Nosso sucesso, como empresários, pressupõe nos envolvermos, pessoalmente, para beneficiar aqueles que fazem negócio conosco, transformá-los em bons clientes, clientes que nos referenciem e nos ajudem a multiplicar nosso negócio. Eis aí, nosso grande desafio.
Por Paulo R. Fernandes
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
DICAS ANTES DO SEU PRIMEIRO NEGÓCIO
Ninguém lê isso antes de começar a empreender, mas pelo menos eu tento avisar.
Vamos lá.
Foco3: Empresários de primeira viagem têm muita dificuldade em escolher o seu negócio. Querem abarcar, ao mesmo tempo, todas as oportunidades do mercado. É melhor fazer uma coisa bem feita do que 10 mal. Além do que, algumas dessas oportunidades, no devido tempo (do mercado), acabam se revelando verdadeiras armadilhas.
Faça o que você sabe: Ou o que você gosta, admira, tem vontade de aprender. Não comece um negócio simplesmente porque está na moda ou promete grandes margens de lucro e rápido retorno do seu capital.
É preciso que seu coração esteja nele, se não estiver você não será bem sucedido.
Você tem 30 segundos: Se você não consegue explicar em 30 segundos qual é o seu negócio, você não é dono dele, é refém. Efetivamente, você não sabe o que tem nas mãos e é duro quando é o mercado que ensina.
Aguarde, para breve, mas não muito, a continuação...
Esse texto é baseado, levemente, ligeiramente, num artigo de Scott Gerber no Entreprenuer.com.
Por Paulo R. Fernandes
Vamos lá.
Foco3: Empresários de primeira viagem têm muita dificuldade em escolher o seu negócio. Querem abarcar, ao mesmo tempo, todas as oportunidades do mercado. É melhor fazer uma coisa bem feita do que 10 mal. Além do que, algumas dessas oportunidades, no devido tempo (do mercado), acabam se revelando verdadeiras armadilhas.
Faça o que você sabe: Ou o que você gosta, admira, tem vontade de aprender. Não comece um negócio simplesmente porque está na moda ou promete grandes margens de lucro e rápido retorno do seu capital.
É preciso que seu coração esteja nele, se não estiver você não será bem sucedido.
Você tem 30 segundos: Se você não consegue explicar em 30 segundos qual é o seu negócio, você não é dono dele, é refém. Efetivamente, você não sabe o que tem nas mãos e é duro quando é o mercado que ensina.
Aguarde, para breve, mas não muito, a continuação...
Esse texto é baseado, levemente, ligeiramente, num artigo de Scott Gerber no Entreprenuer.com.
Por Paulo R. Fernandes
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